30 de jun. de 2013

A interação on line

Não pensavam os adivinhos que no abarcar do novo seculo poderiam os homens unirem-se pelo afeto reciproco se da distancia gozariam pela comodidade da tecnologia.

Crentes e falsos profetas, propagaram o tear da rede como divisora de valores cultuados há seculos por nosso ancestrais. Que além de disseminar tamanhas perfídias, falaciaram da gramática dos homens do futuro.

Bem assustaram nossos ascendentes, afinal não podem ver o que não esta a frente, tão somente do que expurgou atrás.

As gerações, num equilíbrio implícito de poder e evolução, fundiram-se no fator que outrora os já celebrara pelo contrato: A segurança.
Contudo, desta vez, já não é segurança a base de Maslow, mas a necessidade.
Celebrar amizade em tempo de distância parece mais utopia se não fosse a ferramenta telemática. E que embora não afigure um amigo vizinho, com a rede, conseguimos montar uma família, celebrar amizade e expandir as relações.

Que se pela voz não imaginamos a física de nossos amigos, pela foto materializamos esta necessidade.
Diziam os pais que não poderíamos confiar em quem não se via o rosto, pois o caráter era desconhecido, que a ética era virtude pra mostrar-se a todos, mas o caráter era alicerce do homem sozinho.
E já fracassara tais pressupostos, pois mesmo olhando nem sempre enxergamos.


Embora dizente de mesmo sobrenome nada impede de um ente traia-nos a confiança. Os templos não raras vezes, não nos preenche adequadamente de confiança, talvez de esperança, mas como esta é devoradora de espirito, torna-se incoerente.
A interação quebrou as fronteiras quilométricas do desconhecido para se tornar hoje a cola da sociedade.

Temos que mais influente e confiável um amigo que acomoda-se em todo seu conforto onde quer estar, que ficar a deriva em bairros aglomerados, mas que carece de um amigo que lhe seja confiável.

Poderíamos dizer dos vários exemplos de incredibilidade e decepção que encontramos e que ainda vamos encontrar nestas veredas da vida, mas que na interação online, isto já esta fora de eixo.
Derrotamos a desconfiança pelo fator comum; que é encontrar seu semelhante e pelo contrato que é sinônimo de justiça.
Celebramos nossa lei e fazemos dela nosso rol de disciplina e poder. Não para sucumbirmos outros descrentes da tecnologia, mas para filtrar traidores.

Qualquer que seja a amizade ela pode sim ser celebrada a quilômetros de distância, pois ela não é virtude e privilégios de poucos, mas fator absoluto de todos.
Todos queremos amigos e todos podemos assim o realizar.

A fraternidade é assim mesmo. Dispensa idade, religião, preconceitos e tantos outros adjetivos quantos forem os escárnios sociais.

Ela irmana-se entre os de mesma crença e propaga-se em outros que assim coluiarem para tal fim. Já podemos pensar em forma direta de democracia.

A telemática já inseriu tal liberdade. Tantos são a embruscada burocrática que neste país tupiniquim transformou-se em sinônimo de corrupção e que o alento dos homens do futuro, vulgo, internautas é esta a busca da alternativa. O plano B.

Não pedimos mais licença para entrar na casa de nossos vizinhos, todavia nas salas de chat. Celebramos o abraço virtual e por que não um abraço verdadeiro online? Não se diz que pra estar junto não é necessário estar perto?
Somamos esforços em busca da realização de nosso desejo comum. Não é assim acaso a filosofia marxista ?
Repartimos juntos um bem. Não assim acaso o consorcio ?

É assim mesmo. Um salto de fé, mas com proporção maior de razão contrói-se uma comunidade e com alguns membros a mais, um estado.
Tantas foram as lacunas preenchidas pela discórdia das legislações que o escopo de tal perde-se na própria essência. O controle social fica dispensável as custas da própria legislação das comunidades telemáticas. Isto tudo de acordo com o alude da CF/88.
Já somamos centenas de milhares convenientes a união online e agora, a partir do próximo cinturão, alcançaremos a marca de centenas de milhares. É a tecnologia chegando aonde precisa chegar. Isto tudo não desmereceu o contato humano, ao contrario o elevou.

Não perdemos valores por passar horas a frente da tela do videogame ou do computador, mas sim evoluímos nossa sociedade para desacelerar os carros e esvaziar hospitais e bares.
Escolhemos o tesouro dos nerds : A amizade.
Ora não era esse o tesouro de todos nós ?
Sim, mas perdeu-se com tamanha burocracia para construí-la. Amizade não se faz com proximidade, mas com lealdade.
É esta a perspectiva do mercado dos próximos anos, não desacredite nesta interação, se estiver fora é porque faltou-lhe videogame.

Crítica ao artigo Militarismo e a permanência da crise bélica global

 Talvez por consequência e talvez, assim mesmo, por despojamento seria a nova
tendencia capitalista a responsável da esfoliação ou seria o estado seu mentor/ participe material? Correndo pelo primeiro vemos que o alicerce permanece desajustado já que o capital nasceu para celebrar a posse do individuo pelo mérito  Nesta afirmação seria os detentores de antes os responsáveis pelos desastres de hoje? Ora se partimos da ótica socialista. Sim seriam os capitalistas a quo os responsáveis pelas guerras e também pelos desastres e esfoliações ad quem sobre as classes menos favorecidas pelo capital. No entanto a ótica capital foi eficaz, mas não eficiente. O mercado a sua competição é natural ao homem ja que corre ele em paridade com os demais, mas não foi a ótica dos fatos do proletariado-soldado no texto de referencia como demonstra, contudo não significa que o não deva ser. O maior problema não seria então o do capital em si, mas sua administração pelo príncipe. Maquiavel em sua obra: "estar preparado para agir imoralmente sempre que for necessário". Logo que o estado em sua administração não poderia celebrar justiça divina e sim justiça conveniente. Ademais o fiel capital não celebraria assistencialismo aos "poderosos" e sim inercia, ja que seu foco é a igualdade de alcances e não de sacrifício dos mais aptos a disputar a concorrência. Ao contrario do enfoque esquerdista que daria ao mérito o status funcionários; e funcionários seriam todos os empreendedores, profissionais liberais e tantos outros com e, tão somente, um patrão- o estado. E seria o príncipe competente? Príncipe não suja as mãos, dai duvido que seria um bom maestro a reger a orquestra do sistema. Agora sob tantos anos nas mãos do príncipe talvez nos tocamos de que a administração do príncipe ta carecendo de atualização. Já não são as armas o responsável pelo crescente crime que nos ronda o dia e nos sufoca a noite. Talvez seu indicador revele mas do que instrumento de morte já que nada acontece se não pelas atitudes pessoais e individuais. É fácil imaginar o ilícito de subtração, o difícil é saber seu real objetivo: Patrimônio ou sustentatório. Tanto faz. Mas na verdade fora a intenção de subtrair por não poder competir ou, melhor, não querer competir. E pode os mais pobres competir no mercado ? Deixo a pesquisa abaixo para reflexão.   


29 de jun. de 2013

Friedrich Hayek

 A economia de livre mercado não é bom porque coloca o estado "equidistante e acima das partes", mas porque a oferta e demanda é feita pela negociação e incentiva os dons de cada. Um livre mercado é olhos ao individuo não a sua classe.

Justiça ou vingança social ?

O que seria razoável?
Nem tão perto ou mesmo nem tão longe, circula nas redes sociais os desejos de vingança social contra um crime. O fato, típico, ilícito e culpavel não carece de melhor pena, mas talvez de sua eficácia. Algo que há tempos não vemos neste país.

Crítica ao artigo de Luiz Flávio Gomes

Parece-me desarrazoada de realidade e excesso de contingência. Na verdade as classes do poder, qual sejam em foco, a classe dos guardiães. Não se alimentam pra batalha com lembas. E não há panaceia que cure todos os males sociais. Na verdade e muito diferente do equidistante e acima das partes o policial anda mais próximo da linha do crime do que a sociedade "organizada", ocorre que os rituais militares, principalmente por tropas especializadas de combate e pronta resposta enfrentam verdadeiros inimigos que não medem esforços para concretizar seu intento. Ora não são eles controlados pelos meios de controle social (igreja, estado) e que para enfrentar tamanha monstruosidade é necessário um cavalariano em cavalo branco? Não. Mesmo porque seria impossível degladiar tamanhas bestas com lança e armadura. Também é necessário motivação. E se investigarmos a motivação veremos que ela não se alimenta mais da salvação divina e sim da recompensa imediata. Se dissesse a qualquer dos guardiães sua maior decepção não seria ela a de seus salários reduzidos e de suas condições precárias, mas além disso, sua frustração para com seus protegidos. Policial não teme tanto a morte como teme a decepção, e mesmo Nietzsche já alavancava que os valores elencados como primordiais já careciam de atualização em sua época, posto que já nascera tarde e a religião asseverava benefícios bipartidos entre céu e inferno que na realidade, na verdade vem distante, não estavam próximas das pessoas, por isso Zaratustra houve por bem descer a montanha e contar as novas aquelas pessoas. Por certo o curso de operações especiais tem por objetivo despertar a agressividade do homem, para que no final ele não ceda ao seu lado emocional. Na guerra não há o que se celebrar ética e virtudes que não alimentam a barriga e não salvam vidas, pois que nas linhas de frente os únicos e tão somente assim os guardiães enfrentam o perigo por dever e poder para tal. Quem combate monstros se torna monstro também (Nietzsche), talvez por aí seja o raciocínio mais adequado ja que que os trabalhadores das necessidades ja não enfrentam só infratores das leis, mas todos os carniceiros e bestas que decidiram pelo viés enfrentar a classe de vitimas, e como fracas que são constituíram seus guardiães para enfrentar o perigo. Difícil não é imaginar o lado ruim e suas consequências para com os inimigos e sim a demagogia e sua consequente injustiça que gera a sociedade de honestos. Respondendo ao artigo de Luiz Flavio Gomes http://atualidadesdodireito.com.br/lfg/2013/06/10/bope-e-tiro-na-cabeca-e-comemoracao/


Capitalismo ou esfolasionismo ?

Cara nintendo di desse tar di capitalism... Inqui na cumunidade nois alia a necessidade com o esquema, é necessari u esquema. Esquema de apuntar o fracassu do pai pela comunidade que nasceu. Uai, se nasce pobre num significa que sustenta rico, necessariarment. Também podi ser que é o pobre esfuliado pelo poprio governo.

Inté mais que riqueza num define honestidade e nem pobreza num define opturnidade. Argumas veis é necessario buscar oportunidad. Outras é necessario deixa-la passar.

Nu capitalism num si pode nivelar pelas riquezas, mais sim pelas escoia
si um cê declara seu fracassu pelas imposisues du do governo assuma o preço di sua escolha. Nu capitalism num se projeta pela faixa da chegada, mais pelo silvu da largada. sI U CÊ NIM ENTENDI EU, intaum um pod me julgar. Vei... nda i verdadi tudu é pussivi....

28 de jun. de 2013

Falso capitalismo

Regulamentações em prol de interesse publico ? No s EUA em favor de umas especificas no Brasil em prol de alguns específicos...

Injustiça social

E você acha isto justo ou injusto?



Comente!!!!!

Santos ou soldados ?

É razoável.  Nós, classe de vitimas constantes, incapazes de enfrentar o perigo precisamos de heróis mais fortes... Mesmo que seja um delírio intenso de uma eternidade de um segundo.

PEC 300

A proposta de emenda constitucional nº 300 de autoria do deputado Autor Arnaldo Faria de Sá - PTB/SP, que estabelece um piso salaria nacional para policiais e bombeiros que foi aprovada em 1º turno na Câmara dos deputados, ganhou novo fôlego com as recentes manifestações afora. Em Porto Alegre/RS, ontem, entidades representativas dos militares começaram as discussões sobre o assunto. E você? Acha justo um piso igual para todos os estados ?




Zebragem esquerdista existe ?

Ta certo que só existe crime se ao réu lhe caber pena.
Mas quando se fala da ala socialista (nem tanto assim) ocorre um revés assim. Só num país demagógico é possível corrupto legislar contra seu juiz.

Criança de 5 anos é morta por assaltante nesta madrugada

O crime ocorreu em no bairro São Mateus na capital paulista. Segundo noticiario, os individuos invadiram a casa da  família de Brayan Yanarico Capcha, 5 e exigiram dinheiro. Insatifeitos com a quantia, atiraram na cabeça do garoto que chorava muito.


Atentamos contra a corrupção, mas não consigamos controlar os predadores do bairro.

Acompanhe maiores informações : http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/brasil/2013/06/28/crianca-e-morta-em-assalto-em-sp-porque-familia-tinha-pouco-dinheiro.htm

Existe bondade no homem?

 A favor de violência ? Chacinas ? Meu amigo qualquer pessoa dirá que não. Não porque acreditem nisso, mas por medo da moral. Nem Hitler queria tal extermínio. Quem era o chamado demônio ? Líder do partido nazista que chegou ao poder. Termina assim com ponto mesmo. As atrocidades geradas pela guerra não são consequências de uma mente, mas da aquiescência social. A Alemanha consentiu para a guerra. E tal fato mais fora mercado em que se vendia humilhação em troca de nacionalismo- a paixão pela terra. Tudo conveniente. Violência seja ela alemã ou religiosa é violência. E o que pode ser violência além de maldade de um em detrimento de outro ? Todos NÓS somos nazistas. Todos nós sucedemos ao extermínio de pessoas. E a cada segundo com nossa omissão pessoas estão morrendo na surdina e nem por isso deixamos de dormir. Glorificamos nossa honestidade e levantamos nosso estandarte enquanto em meio tranquilo e sereno. Duvido, ou melhor eu tenho certeza que cada homem tem seu preço. QUER A FORMULA PARA TRANSFORMAR UM SANTO EM DEMÔNIO ? Dê-lhe Necessidade.

Concurso público para oficial do Exército



Maiores informações: http://www.esfcex.ensino.eb.br/

Ação ou reação ?

Tal imagem não retrata que os guardiães atacam alunos indefesos e estudantes inocentes. E você meu amigo vai me questionar : " Ah, mas a policia matou tantas pessoas na ditadura e tem o caso da republica la no sul que foi invadida...". Posto que as prisões segundo o Art. 5º da CF só acontecem com mandado de prisão ou em flagrante de delito fica distorcido imaginar que a FORÇA DO ESTADO se esforçaria para atacar as pessoas sem o minimo de A-C-I-O-N-A-M-E-N-T-O!!!! Segundo que pelo principio da força não é razoável atacar... errererer rebobina DEFENDER com IMPO(Instrumento de M-E-N-O-R potencial ofensivo) estudantes que atacam com livros. Ora se pensarmos em um outro contexto de educação atrasada e valores falidos poderíamos supor que os alunos que por estudarem tanto não precisariam da polícia. Ate poderia ser se o crime não fosse inerente ao ser humano, mas a sua condição cerebral. Bem se pensarmos no contexto da ignorância social tem-se a ideia de que a policia por ser demasiada idiota (posto que quem se engaja não tem estudo). Mas não é bem assim. Nos últimos anos a capacitação profissional do profissional de segurança publica (é com repetição mesmo) alavancou-se ao status dos servidores com curso superior de outras funções do estado. Logo a imagem é fica eivada de covardia, pois estigmatiza a policia como a causadora independente superveniente de todos os problemas sociais. Se o aluno não estuda não é por conto da políca. Mas que sua ausência e a escolha do prazer eterno sim ai pode acabar na policia, as vezes não pra salvaguardar os brancos ricos, mas também para proteger os negros, brancos, ricos, pobres, socialistas, capitalistas, analfabetos, infratores, criminosos...A policia não ser uma referencia no que tange a qualidade de serviço (por ser um coletivo acho difícil ter qualidade 100% em qualquer que seja o serviço prestado), mas é a mais próxima que temos e que se faz presente em todas as cidades do pais. Você quer apostar que que a maioria dos guardiães quer fazer um trabalho honesto?

Litigância de má-fé

Segundo a 7ª turma do tribunal superior  do trabalho, a litigância de ma-fé deve ser demandada em ação própria. Ou seja, a demanda em que se verificar a hipótese do Art. 16, CPC, deverá ser extinta nos termos do Art. 129 do codigo.

 RR - 205-43.2011.5.04.0281

E se a igreja pagasse tributo?

Ora estaríamos agindo como estado. Afinal não vendem as religiões um produto chamado redenção?
Se assim fosse acarretaria o fim da alternativa B de empreendedorismo fracassado.



27 de jun. de 2013

Manifestações em BH

O foco manifestatício popular arrecadou confrontos nas capitais do país.
Em Belo Horizonte, capital mineira, a população foi pra rua aos gritos contra os principais problemas sociais. No último dia 22 a Policia Militar utilizou-se de recurso último contra a fúria da população.

Governo cria nova crise com os militares

"Só faltava mais essa. Os petistas radicais alojados na Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência – uma espécie de quarto de despejo do governo destinado à acomodação das alas insuportáveis (mas barulhentas) do partido – acaba de inventar mais uma crise para o governo.
Segundo o jornalista Jorge Serrão, do site “Fique Alerta.net” o revanchismo instalado no governo pode render um processo por crime de responsabilidade para Dilma Roussef – passível até de impeachment.
Dilma vai ferir o artigo 85 da Constituição Federal se sacramentar seu apoio à inconstitucional e ilegal resolução, publicada sexta-feira passada no Diário Oficial da União, que cria um grupo de trabalho para apurar 23 denúncias de violações de direitos humanos em instalações das Forças Armadas envolvendo, principalmente, cadetes e soldados.
É claramente tudo aquilo do que o governo não precisava, especialmente no momento em que despencam nas pesquisas os índices ainda amplamente favoráveis. Dilma acaba de fabricar, de graça, uma crise militar. A medida é ilegal e inconstitucional, pois atenta contra os princípios fundamentais da instituição militar e atropela o papel da Justiça Militar – que já trata de tais assuntos. Recomendada pela ONU e pela OEA, a medida é uma clara quebra da soberania brasileira em sua expressão do poder militar. A medida tem data de 5 de abril. Mas a ministra Maria do Rosário esperou dois meses para fazer sua publicação, até que Paulo Vannuchi fosse escolhido membro da Comissão Interamericana de Direitos Humanos.   
Militares na ativa e na reserva odiaram e prometem reagir contra a Resolução da Secretaria de Direitos Humanos que vai invadir a competência dos comandantes militares, do Ministério Público e da Justiça Militar para apurar casos de maus-tratos e torturas dentro de unidades militares. Os comandantes já avisam, nos bastidores, que não vão aceitar pedidos de busca e apreensão de documentos em quartéis – atendendo a recomendações do grupo criado pela Secretaria de Direitos Humanos.
A maioria dos oficiais de quatro estrelas do Exército, Marinha e da Aeronáutica ficaram especialmente injuriados com as declarações de José Dirceu de Oliveira e Silva, condenado no Mensalão, em apoio à iniciativa revanchista da turma de Dilma e Maria do Rosário. Dirceu até escreveu em seu Blog do Zé: “Todo apoio à iniciativa do governo federal de investigar as 23 denúncias de violações dos direitos humanos em instalações das Forças Armadas. A criação de um grupo de trabalho com esta finalidade, inclusive, já foi determinada pela Secretaria de Direitos Humanos”.
A crise militar está criada. Se Dilma não recuar, pode rolar o confronto mais sério entre o governo e os militares desde que o general João Figueiredo saiu pela garagem do Palácio do Planalto, em 1985, para não dar posse a José Sarney. Desde então os militares têm amargado sucessivas e claramente revanchistas ofensas numa estúpida generalização das acusações de tortura contra militantes dos grupos da esquerda armada, que chegou até mesmo à proposta de revogação da Lei de Anistia – só para os militares, claro, já que o outro lado está encastelado no poder.

Fonte:
http://www.newsrondonia.com.br/noticias/governo+ofende+militarese+produz+nova+crise/33625#.UcpCxLG8esQ.facebook

O caos e a faixa de pedestre

Dias de chuva foram as tormentas de qualquer cidadão ou de qualquer veiculo as deslizantes marcas de canalização e as odiosas faixas de passagem ao pedestre.
Não tardou para que em detrimento da comunidade elas corroboraram para acidentes pessoais e além mais, para a infração do condutor do veiculo e do infrator civil- Bípede.
Estas que mais ilustram uma possível organização das cidades mostram-se enfraquecidas ante a tecnologia e sua sequela: Velocidade.
Aqui na minha cidade, a faixa de pedestre já não serve mais para organizar translado de pedestres e sinalização de parada obrigatória dos automóveis. De alguma forma ou de outra, tornaram-se faixa de largada para o condutor imprudente e o pedestre inconsequente.
Ambos agora disputam a largada onde a calçada ja nãos serve mais para sua passagens, estreitaram-se, pois o pedestre ultrapasse a guia da calçada para alcançar a faixa de largada e o condutor a mira da largada e do farolete verde para largar em direção ao seu cafezinho. Quanta disseminação de organização que em minhas cidade cedeu-se a gentileza e a cortesia em nome de um código. Ora, pleonasmo por excelência para quem se diga sociedade organizada ressaltar que deve parar o veiculo ante a aludida faixa destinada ao bípede-homem. Mas não. Precisamos entregar nossa educação ao jubilo do estado para julgar nossas imprudências e asseverar nossa cortesia.
De onde vem esta cortesia? Onde encontrar responsabilidade?
Contrato rege liberalismo. Liberalismo abomina estado. Se assim é, não há necessidade de positivar a nossa existência no estado.

A derrocada da moral



A maior bandeira do homem sempre foi erguer sua autonomia de vontade com pilares da moral e da ética. E por demais prazeroso que é sustentar tamanha pilastra quando o contexto crônico-histórico insere tal pressuposto de admissibilidade social. Todos querem ser sociais. Somo sociais e adequamos nossa liberdade ao direito. É pacto. O contrato.
O contrato social estipula clausulas de adesão em que as partes cedem um direito com objetivo a realização de um desejo. Nada mais capital que trocar liberdade por segurança, amor por amor, respeito por respeito e moral por moral. São equânimes desde que as partes não rompam o pacto.
Há um pequeno porem que não podemos clausular. A covardia. Covardia é razão. E por tal base temos que elogiar tal virtude. Não por que ela insere um “não dever”, mas por que o dever é inserido com escopo moral e oral não é personalíssima e sim social. Só existe moral no ambiente social, na verdade o direito so existe por isso. Logo, como sustentar tamanha responsabilidade de ser dever moral, quando o próprio contrato estipula como clausula a possibilidade de intervenção própria como são as excludentes da ilicitude ?
Como ser moral se tal norma não encontra física de existência nesta realidade ?
Apresentei-lhes o preço da ética agora vou derrubar a moral
Mesmo tendo que os ícones históricos apresentando-se com tamanha virtude, esta historicamente não encontrou espaço de prova já que o próprio conceito de historia não é verdade e sim pesquisa. E mesmo para os religiosos que sustentam tal virtude como inerente a sua fé, jamais poderá provar já que fé não existe no direito mas no dver-ser implícito por algo escrito em papel que tudo aceita.
Por demais abrasivo e repugnante que possa ser a norma implícita de conduta estrita só poderá ser exercida no social. E social/sociedade nem sempre sabe o quer.
Não sabemos o que queremos por excelência de virtude já que como humanos nada sabemos o que existe à frente, tão somente atrás e mais ou menos no presente.
Logo, não há como expiar por tal virtude já que os fatos de direito são evolucionistas e não retro históricos.
Como controlar e como é controlada os impulsos humanos em detrimento de uma hipótese de uma sociedade conduzida por animais selvagens sustentados por sua própria sobrevivência? Religião e moral.
Como deter a crescente demanda demográfica-populacional ? Moral.
Como encerrar o homicídio que assustam os fracos ? Fecha-se o circulo dos fracos para torna-los fortes e entre estes a lei do estado e o controle da religião.
Bem expondo de forma crua penso que os valores virtuais  existem em plano virtual.
Na realidade, ou pelo menos nesta, não por afirma que somos morais já que detemos por parte do estado a possibilidade de ser amoral e implicitamente niguém demandar em nossos pensamento e consequentemente não podermos controlar nossos impulsos de sobrevivência.

O problema...Não. O conflito 3.0 não é em relação ao exercer da moral, mas da falácia das virtudes virtuais. Somos o que somos por excelência de convicção e por retornarmos ao pó do qual fomos criados.