Dias de chuva foram as tormentas de qualquer cidadão ou de qualquer veiculo as deslizantes marcas de canalização e as odiosas faixas de passagem ao pedestre.
Não tardou para que em detrimento da comunidade elas corroboraram para acidentes pessoais e além mais, para a infração do condutor do veiculo e do infrator civil- Bípede.
Estas que mais ilustram uma possível organização das cidades mostram-se enfraquecidas ante a tecnologia e sua sequela: Velocidade.
Aqui na minha cidade, a faixa de pedestre já não serve mais para organizar translado de pedestres e sinalização de parada obrigatória dos automóveis. De alguma forma ou de outra, tornaram-se faixa de largada para o condutor imprudente e o pedestre inconsequente.
Ambos agora disputam a largada onde a calçada ja nãos serve mais para sua passagens, estreitaram-se, pois o pedestre ultrapasse a guia da calçada para alcançar a faixa de largada e o condutor a mira da largada e do farolete verde para largar em direção ao seu cafezinho. Quanta disseminação de organização que em minhas cidade cedeu-se a gentileza e a cortesia em nome de um código. Ora, pleonasmo por excelência para quem se diga sociedade organizada ressaltar que deve parar o veiculo ante a aludida faixa destinada ao bípede-homem. Mas não. Precisamos entregar nossa educação ao jubilo do estado para julgar nossas imprudências e asseverar nossa cortesia.
De onde vem esta cortesia? Onde encontrar responsabilidade?
Contrato rege liberalismo. Liberalismo abomina estado. Se assim é, não há necessidade de positivar a nossa existência no estado.
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