A
maior bandeira do homem sempre foi erguer sua autonomia de vontade com pilares
da moral e da ética. E por demais prazeroso que é sustentar tamanha pilastra
quando o contexto crônico-histórico insere tal pressuposto de admissibilidade
social. Todos querem ser sociais. Somo sociais e adequamos nossa liberdade ao
direito. É pacto. O contrato.
O
contrato social estipula clausulas de adesão em que as partes cedem um direito
com objetivo a realização de um desejo. Nada mais capital que trocar liberdade
por segurança, amor por amor, respeito por respeito e moral por moral. São
equânimes desde que as partes não rompam o pacto.
Há
um pequeno porem que não podemos clausular. A covardia. Covardia é razão. E por
tal base temos que elogiar tal virtude. Não por que ela insere um “não dever”,
mas por que o dever é inserido com escopo moral e oral não é personalíssima e
sim social. Só existe moral no ambiente social, na verdade o direito so existe
por isso. Logo, como sustentar tamanha responsabilidade de ser dever moral,
quando o próprio contrato estipula como clausula a possibilidade de intervenção
própria como são as excludentes da ilicitude ?
Como
ser moral se tal norma não encontra física de existência nesta realidade ?
Apresentei-lhes
o preço da ética agora vou derrubar a moral
Mesmo
tendo que os ícones históricos apresentando-se com tamanha virtude, esta
historicamente não encontrou espaço de prova já que o próprio conceito de
historia não é verdade e sim pesquisa. E mesmo para os religiosos que sustentam
tal virtude como inerente a sua fé, jamais poderá provar já que fé não existe
no direito mas no dver-ser implícito por algo escrito em papel que tudo aceita.
Por
demais abrasivo e repugnante que possa ser a norma implícita de conduta estrita
só poderá ser exercida no social. E social/sociedade nem sempre sabe o quer.
Não
sabemos o que queremos por excelência de virtude já que como humanos nada
sabemos o que existe à frente, tão somente atrás e mais ou menos no presente.
Logo,
não há como expiar por tal virtude já que os fatos de direito são
evolucionistas e não retro históricos.
Como
controlar e como é controlada os impulsos humanos em detrimento de uma hipótese
de uma sociedade conduzida por animais selvagens sustentados por sua própria
sobrevivência? Religião e moral.
Como
deter a crescente demanda demográfica-populacional ? Moral.
Como
encerrar o homicídio que assustam os fracos ? Fecha-se o circulo dos fracos
para torna-los fortes e entre estes a lei do estado e o controle da religião.
Bem
expondo de forma crua penso que os valores virtuais só existem em plano virtual.
Na
realidade, ou pelo menos nesta, não por afirma que somos morais já que detemos
por parte do estado a possibilidade de ser amoral e implicitamente niguém
demandar em nossos pensamento e consequentemente não podermos controlar nossos
impulsos de sobrevivência.
O
problema...Não. O conflito 3.0 não é em relação ao exercer da moral, mas da
falácia das virtudes virtuais. Somos o que somos por excelência de convicção e
por retornarmos ao pó do qual fomos criados.

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Com razão e não com emoção. A crítica produz conhecimento, a ignorância o preconceito.