Talvez por consequência e talvez, assim mesmo, por despojamento seria a nova
tendencia capitalista a responsável da esfoliação ou seria o estado seu mentor/ participe material? Correndo pelo primeiro vemos que o alicerce permanece desajustado já que o capital nasceu para celebrar a posse do individuo pelo mérito Nesta afirmação seria os detentores de antes os responsáveis pelos desastres de hoje? Ora se partimos da ótica socialista. Sim seriam os capitalistas a quo os responsáveis pelas guerras e também pelos desastres e esfoliações ad quem sobre as classes menos favorecidas pelo capital. No entanto a ótica capital foi eficaz, mas não eficiente. O mercado a sua competição é natural ao homem ja que corre ele em paridade com os demais, mas não foi a ótica dos fatos do proletariado-soldado no texto de referencia como demonstra, contudo não significa que o não deva ser. O maior problema não seria então o do capital em si, mas sua administração pelo príncipe. Maquiavel em sua obra: "estar preparado para agir imoralmente sempre que for necessário". Logo que o estado em sua administração não poderia celebrar justiça divina e sim justiça conveniente. Ademais o fiel capital não celebraria assistencialismo aos "poderosos" e sim inercia, ja que seu foco é a igualdade de alcances e não de sacrifício dos mais aptos a disputar a concorrência. Ao contrario do enfoque esquerdista que daria ao mérito o status funcionários; e funcionários seriam todos os empreendedores, profissionais liberais e tantos outros com e, tão somente, um patrão- o estado. E seria o príncipe competente? Príncipe não suja as mãos, dai duvido que seria um bom maestro a reger a orquestra do sistema. Agora sob tantos anos nas mãos do príncipe talvez nos tocamos de que a administração do príncipe ta carecendo de atualização. Já não são as armas o responsável pelo crescente crime que nos ronda o dia e nos sufoca a noite. Talvez seu indicador revele mas do que instrumento de morte já que nada acontece se não pelas atitudes pessoais e individuais. É fácil imaginar o ilícito de subtração, o difícil é saber seu real objetivo: Patrimônio ou sustentatório. Tanto faz. Mas na verdade fora a intenção de subtrair por não poder competir ou, melhor, não querer competir. E pode os mais pobres competir no mercado ? Deixo a pesquisa abaixo para reflexão.
tendencia capitalista a responsável da esfoliação ou seria o estado seu mentor/ participe material? Correndo pelo primeiro vemos que o alicerce permanece desajustado já que o capital nasceu para celebrar a posse do individuo pelo mérito Nesta afirmação seria os detentores de antes os responsáveis pelos desastres de hoje? Ora se partimos da ótica socialista. Sim seriam os capitalistas a quo os responsáveis pelas guerras e também pelos desastres e esfoliações ad quem sobre as classes menos favorecidas pelo capital. No entanto a ótica capital foi eficaz, mas não eficiente. O mercado a sua competição é natural ao homem ja que corre ele em paridade com os demais, mas não foi a ótica dos fatos do proletariado-soldado no texto de referencia como demonstra, contudo não significa que o não deva ser. O maior problema não seria então o do capital em si, mas sua administração pelo príncipe. Maquiavel em sua obra: "estar preparado para agir imoralmente sempre que for necessário". Logo que o estado em sua administração não poderia celebrar justiça divina e sim justiça conveniente. Ademais o fiel capital não celebraria assistencialismo aos "poderosos" e sim inercia, ja que seu foco é a igualdade de alcances e não de sacrifício dos mais aptos a disputar a concorrência. Ao contrario do enfoque esquerdista que daria ao mérito o status funcionários; e funcionários seriam todos os empreendedores, profissionais liberais e tantos outros com e, tão somente, um patrão- o estado. E seria o príncipe competente? Príncipe não suja as mãos, dai duvido que seria um bom maestro a reger a orquestra do sistema. Agora sob tantos anos nas mãos do príncipe talvez nos tocamos de que a administração do príncipe ta carecendo de atualização. Já não são as armas o responsável pelo crescente crime que nos ronda o dia e nos sufoca a noite. Talvez seu indicador revele mas do que instrumento de morte já que nada acontece se não pelas atitudes pessoais e individuais. É fácil imaginar o ilícito de subtração, o difícil é saber seu real objetivo: Patrimônio ou sustentatório. Tanto faz. Mas na verdade fora a intenção de subtrair por não poder competir ou, melhor, não querer competir. E pode os mais pobres competir no mercado ? Deixo a pesquisa abaixo para reflexão.
Link do artigo em comento: http://militarismo-crisebelica.blogspot.com.br/

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Com razão e não com emoção. A crítica produz conhecimento, a ignorância o preconceito.